February 2012
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minha-doce-nostalgia asked: Como que alguém que diz gostar do Caio não sabe que ele morreu? aff ¬¬
Feb 11th
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t-o-r-m-e-n-t-a-s asked: Ler a parte que diz "Sobre este tumblr." não machucaria.
Feb 11th
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so-assim-pra-me-compreender asked: Seguindo Caio >.< nunca pensei que ia te achar rsrsrs, sempre achei que alguém copiava suas frases do twitter etc... mais enfim seguindo , adoraria ter suas frases diretamente de você em minha dash.
Feb 11th
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Faz tanto tempo que não bebo, tanto tempo que eu...
(Caio Fernando Abreu. Pera, Uva ou Maçã? In: Morangos Mofados)
Feb 10th
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Feb 7th
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Feb 5th
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Queridos followers:
sempre bom lembrar: tem muita baboseira por aí que dizem ser do Caio, e não, não é. quando surgirem dúvidas, cliquem aqui.
Feb 5th
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“Coitados” — pensou o homem. — “Quanta ilusão. Um dia o circo pega fogo, a morte...”
– Caio Fernando Abreu. Uma fábula chatinha, in: Pequenas Epifanias
Feb 5th
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Feb 3rd
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Feb 1st
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January 2012
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Jan 31st
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“Não se perca. Não se esqueça. Viver bem é a melhor vingança.”
– Caio Fernando Abreu, carta a Vera Antoun
Jan 30th
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Jan 28th
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Jan 25th
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Jan 21st
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Jan 21st
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Jan 21st
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Jan 19th
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“… quando se quer explicar o inexplicável sempre se fica um pouco piegas.”
– Caio Fernando Abreu. Réquiem por um fugitivo, in: O Ovo Apunhalado
Jan 19th
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E ler, ler é alimento de quem escreve. Várias vezes você me disse que não conseguia mais ler. Que não gostava mais de ler. Se não gostar de ler, como vai gostar  de  escrever?  Ou  escreva  então  para  destruir  o  texto,  mas  alimente-se. Fartamente. Depois vomite. Pra mim, e isso pode ser muito pessoal, escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a,...
Jan 19th
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Mas ando de saco muito cheio com essas coisas. De repente tô trabalhando num lugar que me obriga a ir contra tudo que penso e sinto. Não sei como resolver tudo isso. Mas tudo bem, tô calmo e ponderado, embora a vontade seja de agredir todo mundo, dizer meia dúzia de verdades e sair pisando duro. Não vou fazer nenhuma loucura.   (Caio Fernando Abreu. Carta a Nair Abreu)
Jan 18th
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Jan 11th
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Jan 10th
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December 2011
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“O telefone não pára de tocar, querem entrevistas para todo canto sobre...”
– Caio Fernando Abreu - Carta a Maria Lídia Magliani
Dec 21st
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Dec 19th
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“Estou ferido e cansado. Mas não ao ponto de parar de lutar pelo que, penso, seja...”
– (Caio Fernando Abreu - Carta a Luiz Fernando Emediato)
Dec 17th
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Dec 16th
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Dec 15th
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Dec 13th
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Dec 12th
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André enlouqueceu ontem à tarde. Devo dizer que também acho um pouco arrogante de minha parte dizer isso assim — enlouqueceu —, como se estivesse perfeitamente seguro não só da minha própria sanidade mas também da minha capacidade de julgar a sanidade alheia. (Caio Fernando Abreu. Uma História de Borboletas, in: Pedras de Calcutá)
Dec 9th
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Dec 8th
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Dec 7th
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A verdade é que voltar à terapia me tranqüiliza (ou, ao contrário, me excita) e penso não, não adianta fugir. Tenho fantasmas terríveis dentro de mim, preciso encará-los (dramática!).  Caio Fernando Abreu. Carta a Gerd Hilger
Dec 5th
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Dec 3rd
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“Ando bem, mas um pouco aos trancos. Como costumo dizer, um dia de salto sete,...”
– Caio Fernando Abreu, carta a Mário Prata
Dec 1st
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November 2011
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Nov 29th
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Nov 28th
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Apenas já não somos mais crianças e desaprendemos a cantar. As cartas continuam queimando. Eu tentei pensar em Deus. Mas Deus morreu faz muito tempo. Talvez se tenha ido junto com o sol, com o calor. Pensei que talvez o sol, o calor e Deus pudessem voltar de repente, no momento exato em que a última chama se desfizer e alguém esboçar o primeiro gesto. Mas eles não voltarão. Seria bonito, e as...
Nov 28th
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“Enfim: estou com a vida meio suspensa.”
– Caio Fernando Abreu, carta a Gerd Hilger.
Nov 17th
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Nov 13th
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E fui cuidar do que restava, que é sempre o que se...
Caio Fernando Abreu. A morte dos girassóis, in: Pequenas Epifanias.
Nov 12th
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Tu sabes como é, a gente fica pensando aquela porção de coisas destrutivas, que nunca mais vai conseguir, que secou completamente, etc. Carta a Hilda Hilst. Caio Fernando Abreu.
Nov 11th
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Nov 9th
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Nov 8th
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Não sei o que dizer a ele. Não sei o que dizer a ninguém.  (Caio Fernando Abreu. Carta a Luciano Alabarse)
Nov 7th
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Nov 6th
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Não havia hora, repetiu para dentro sem entender, não havia tempo, não havia barulho, não havia gesto. Como se estivesse do lado de fora e espiasse pela janela do próprio quarto, viu um homem sentado à beira da cama e uma mulher deitada, cabeça ereta, tensa, imóvel, para sempre à espera de algo que não acontecia. (Caio Fernando Abreu. Caixinha de música, in: Morangos Mofados)
Nov 5th
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Nov 4th
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Nov 3rd
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