December 2011
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O telefone não pára de tocar, querem entrevistas para todo canto sobre...
– Caio Fernando Abreu - Carta a Maria Lídia Magliani
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Estou ferido e cansado. Mas não ao ponto de parar de lutar pelo que, penso, seja...
– (Caio Fernando Abreu - Carta a Luiz Fernando Emediato)
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André enlouqueceu ontem à tarde. Devo dizer que também acho um pouco arrogante de minha parte dizer isso assim — enlouqueceu —, como se estivesse perfeitamente seguro não só da minha própria sanidade mas também da minha capacidade de julgar a sanidade alheia.
(Caio Fernando Abreu. Uma História de Borboletas, in: Pedras de Calcutá)
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A verdade é que voltar à terapia me tranqüiliza (ou, ao contrário, me excita) e penso não, não adianta fugir. Tenho fantasmas terríveis dentro de mim, preciso encará-los (dramática!).
Caio Fernando Abreu. Carta a Gerd Hilger
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Ando bem, mas um pouco aos trancos. Como costumo dizer, um dia de salto sete,...
– Caio Fernando Abreu, carta a Mário Prata