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<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>Biografia. | Sobre este tumblr.

12 de setembro de 1948 - 25 de fevereiro de 1996. Santiago do Boqueirão, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Estocolmo, Londres. Dramaturgo, escritor, jornalista. Por @odharacaroline | meu tumblr

Cartas | Pequenas Epifanias | Pedras de Calcutá | Morangos Mofados |Inventário do Ir-remediável | Os Dragões Não Conhecem O Paraíso | O Ovo Apunhalado

</description><title>Caio Fernando Abreu</title><generator>Tumblr (3.0; @caiofernandoabreu)</generator><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/</link><item><title>"Mas nada faço. Permaneço em pé no meio do quarto e a porta se fecha sobre mim. E vejo os telhados..."</title><description>“Mas nada faço. Permaneço em pé no meio do quarto e a porta se fecha sobre mim. E vejo os telhados onde jogávamos migalhas de pão para os passarinhos, escondidos para não assustá-los, até que eles viessem, mas não vinham nunca, era difícil seduzir os que têm asas, já sabíamos, mas ainda assim continuávamos jogando migalhas que a chuva dissolvia, intocadas.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Caio Fernando Abreu. Visita, in: O Ovo Apunhalado&lt;/em&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/51114447220</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/51114447220</guid><pubDate>Wed, 22 May 2013 22:31:07 -0300</pubDate><category>Caio Fernando Abreu</category><category>visita</category></item><item><title>E isso eu não vou permitir, querida Sampa: que nenhuma cidade,...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_larwbztFse1qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;E isso eu não vou permitir, querida Sampa: que nenhuma cidade, pessoa ou instituição acabe com essas coisas muito clarinhas e muito limpinhas (talvez por isso meio bobas, mas que se há de fazer? São elas que me mantêm vivo) resistindo aqui dentro de mim. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;(Calamidade Pública. In: Pequenas Epifanias)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/51040544355</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/51040544355</guid><pubDate>Tue, 21 May 2013 23:37:02 -0300</pubDate><category>Caio Fernando Abreu</category><category>pequenas epifanias</category></item><item><title>Todo mundo se queixa. Mas há — estranho — alguma dignidade no...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lrc3w5XCy81qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Todo mundo se queixa. Mas há — estranho — alguma dignidade no ar. Tipo: continuamos caindo, mas caindo em pé.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a Gerd Hilger)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/50832220201</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/50832220201</guid><pubDate>Sun, 19 May 2013 14:13:30 -0300</pubDate><category>Caio Fernando Abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>É triste, porque chega ao fim mais um ciclo que não se repetirá — mas é bom porque todos estão tão...</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;É triste, porque chega ao fim mais um ciclo que não se repetirá — mas é bom porque todos estão tão machucados, tão&amp;#8230; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Caio Fernando Abreu, carta a Vera Antoun)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/49693513708</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/49693513708</guid><pubDate>Sun, 05 May 2013 13:05:18 -0300</pubDate><category>Caio Fernando Abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>E depois delas, passaram-se anos. Aqueles, em que se perderam, sem terem chegado a se...</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph"&gt;E depois delas, passaram-se anos. Aqueles, em que se perderam, sem terem chegado a se encontrar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraph"&gt;(Caio Fernando Abreu. Saudades de Audrey Hepburn, in: Os Dragões Não Conhecem O Paraíso)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/48162091454</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/48162091454</guid><pubDate>Tue, 16 Apr 2013 21:53:13 -0300</pubDate><category>Caio Fernando Abreu</category><category>os dragões não conhecem o paraíso</category></item><item><title>"O que eles deixaram foram estes três postulados: importante é a luz, mesmo quando consome; a cinza é..."</title><description>“O que eles deixaram foram estes três postulados: importante é a luz, mesmo quando consome; a cinza é mais digna que a matéria intacta e a salvação pertence apenas àqueles que aceitarem a loucura escorrendo em suas veias.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Caio Fernando Abreu. “Eles”, in: O Ovo Apunhalado&lt;/em&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47654761673</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47654761673</guid><pubDate>Wed, 10 Apr 2013 20:16:22 -0300</pubDate><category>Caio Fernando Abreu</category><category>o ovo apunhalado</category></item><item><title>Aliás, já te escrevi inúmeras vezes — mas nunca enviei. Faço...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lxz4qo4Df91qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Aliás, já &lt;/span&gt;&lt;span&gt;te escrevi inúmeras vezes — mas nunca enviei. Faço isso muitas vezes (ninguém &lt;/span&gt;&lt;span&gt;tem tantas cartas não-enviadas na gaveta como eu) —, às vezes por autocrítica &lt;/span&gt;&lt;span&gt;exagerada, insegurança, falta de tempo, sei lá.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a João Silvério Trevisan)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47488010169</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47488010169</guid><pubDate>Mon, 08 Apr 2013 19:30:33 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>Penso em você principalmente como a minha possibilidade de paz —...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ltp5xkkruV1qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Penso em você principalmente como a minha possibilidade de paz — a única que pintou até agora, “nesta minha vida de retinas fatigadas”. E te espero. E te curto todos os dias. E te gosto. Muito. &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47405148686</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47405148686</guid><pubDate>Sun, 07 Apr 2013 19:30:34 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>"Eu? Eu não tenho importância, não procure saber nada sobre mim porque ninguém saberá dizer, nem eu..."</title><description>“Eu? Eu não tenho importância, não procure saber nada sobre mim porque ninguém saberá dizer, nem eu próprio, estou apenas contando esta  história que não é minha e a que assisti como todos os outros habitantes da vila  assistiram, talvez com um pouco mais de lucidez, eu, mas de qualquer forma, embora a bomba esteja nas minhas mãos, estamos todos no mesmo barco, no mesmo beco.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Caio Fernando Abreu. &lt;span&gt;“Eles”, in: O Ovo Apunhalado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47311729672</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47311729672</guid><pubDate>Sat, 06 Apr 2013 19:30:17 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>o ovo apunhalado</category></item><item><title>Preciso machucar um pouco mais meu coração, doer um pouco mais...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lu08lx6jhv1qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Preciso machucar um pouco mais meu coração, doer um pouco mais meu corpo, fatigar meus olhos, leio Rimbaud e Cesar Vallejo, um peruano que morreu em Paris, com aguaceiro. &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47223934163</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47223934163</guid><pubDate>Fri, 05 Apr 2013 19:30:32 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>Zézim,  remexa  na  memória,  na  infância,  nos  sonhos,  nas  tesões,  nos fracassos, nas mágoas,...</title><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Zézim,  remexa  na  memória,  na  infância,  nos  sonhos,  nas  tesões,  nos &lt;span&gt;fracassos, nas mágoas, nos delírios mais alucinados, nas esperanças mais descabidas, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;na fantasia mais desgalopada, nas vontades mais homicidas, no mais aparentemente &lt;/span&gt;&lt;span&gt;inconfessável, nas culpas mais terríveis, nos lirismos mais idiotas, na confusão mais &lt;/span&gt;&lt;span&gt;generalizada, no fundo do poço sem fundo do inconsciente: é lá que está o seu &lt;/span&gt;&lt;span&gt;texto. Sobretudo, não se angustie procurando-o: ele vem até você, quando você e &lt;/span&gt;&lt;span&gt;ele estiverem prontos. Cada um tem seus processos, você precisa entender os seus. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;De  repente,  isso  que  parece  ser  uma  dificuldade  enorme  pode  estar  sendo &lt;/span&gt;&lt;span&gt;simplesmente o processo de gestação do sub ou do in-consciente.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a José Márcio Penido)&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47140069471</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47140069471</guid><pubDate>Thu, 04 Apr 2013 19:30:33 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>Tenho medo de te ferir. Mas acho que precisamos “falar...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lu093sFKiK1qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tenho medo de te ferir. Mas acho que precisamos “falar seriamente”. Desculpe, mas acho que sim, sem fantasia, sem comicidade. Me pergunto sempre se você não teceu em volta de mim uma porção de coisas irreais — se você não estará projetando em mim qualquer coisa como um príncipe encantado — esperando a minha volta como quem espera a salvação. &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47055426335</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/47055426335</guid><pubDate>Wed, 03 Apr 2013 19:30:10 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>Abriu a porta e desceu as escadas contando degraus, a mão amparada pelo corrimão de madeira...</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoListParagraph"&gt;Abriu a porta e desceu as escadas contando degraus, a mão amparada pelo corrimão de madeira descascada, sem a menor  pressa. Porque na realidade — dizia-se, e estava tão acostumado a esse diálogo consigo mesmo que movia os lábios como se falasse, embora sem produzir nenhum som —,  porque na realidade jamais acontecera alguma coisa naquele lugar. Alguma estrela cadente durante as noites comprimidas entre o cheiro vagamente apodrecido da  maresia e o calor vi scoso que vinha das montanhas — e nada mais que isso. As cadeiras dispostas em desordem sobre as calçadas, um sem-número de olhares de repente acompanhando o roteiro daquela chispa brilhante que cessava de existir e, ao mesmo tempo em que morria, permitia-lhes fazerem três pedidos, remotas superstições, velhos mitos: três desejos. Como se fosse possível desejar alguma coisa naquele lugar,  suspirou antes de transpor a soleira da porta para ganhar a rua cheia de passos  e gritos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraph"&gt;(Caio Fernando Abreu. &amp;#8220;O afogado&amp;#8221;, in: O Ovo Apunhalado)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46969574523</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46969574523</guid><pubDate>Tue, 02 Apr 2013 19:30:28 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>o ovo apunhalado</category></item><item><title>Mas, talvez pela educação que recebi e toda aquela estória de “o-trabalho-dignifica-o-homem” ter...</title><description>&lt;p&gt;Mas, talvez pela educação que recebi e toda aquela estória de “o-trabalho-dignifica-o-homem” ter ficado cravada muito fundo no meu subconsciente, no fundo da maior exaustão sempre descubro um prazerzinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Caio Fernando Abreu - Carta a Luiz Fernando Emediato)&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46883962668</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46883962668</guid><pubDate>Mon, 01 Apr 2013 19:30:11 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>Em Londres, a última moda são roupas dos anos 30 — casacos com...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lt2x628jvd1qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Em Londres, a última moda são roupas dos anos 30 — casacos com ombreiras, calças largas, boquinhas de coração. A gente encontra de tudo pelas ruas, e ninguém olha, ninguém faz comentários — tudo é encarado com a maior naturalidade. &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a Zaél e Nair Abreu)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46794519897</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46794519897</guid><pubDate>Sun, 31 Mar 2013 19:30:20 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>Apenas o menino olhava-o com olhos enormemente verdes, subitamente sérios, como se...</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;Apenas o menino olhava-o com olhos enormemente verdes, subitamente sérios, como se esperasse.  &lt;em&gt;Esperas uma solução para esses teus olhos que não nasceram assim verdes e que dia a dia se farão mais claros até que não consigas mais olhar o mar sem pensares que de certa forma essa cor te foi dada por ele e até não saberes mais distinguir outra coisa que não  seja verde e até que essa claridade deixe um dia de te cegar para que mergulhes no escuro irremediável da morte?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;Caio Fernando Abreu. &amp;#8221;Eles&amp;#8221;, in: O Ovo Apunhalado&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46706230934</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46706230934</guid><pubDate>Sat, 30 Mar 2013 19:30:16 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>o ovo apunhalado</category></item><item><title>Tenho chegado a extremos que não me julgava capaz. E como isso...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lsq3uqZ3jk1qdfytto1_500.gif"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Tenho chegado a extremos que não me julgava capaz. E como isso dói.&lt;strong&gt;&lt;span&gt; &lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;(Caio Fernando Abreu, carta a Hilda Hilst)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46628214194</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46628214194</guid><pubDate>Fri, 29 Mar 2013 19:30:17 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item><item><title>— Alfa é meu nome — disse. 
E ele perguntou: 
— Esse é teu nome de guerra? 
E ele respondeu: 
— Não....</title><description>&lt;p&gt;&lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst"&gt;— Alfa é meu nome — disse. &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;E ele perguntou: &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;— Esse é teu nome de guerra? &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;E ele respondeu: &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast"&gt;— Não. Esse é meu nome de paz.  &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast"&gt;(Caio Fernando Abreu. &amp;#8221;Eles&amp;#8221;, in: O Ovo Apunhalado)&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46539331721</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46539331721</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 19:30:10 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>o ovo apunhalado</category></item><item><title>Mas, afinal,Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas.” - Fernando Pessoa</title><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46466207674</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46466207674</guid><pubDate>Wed, 27 Mar 2013 21:56:14 -0300</pubDate></item><item><title>Zézim,  ninguém  te  ensinará  os  caminhos.  Ninguém  me ...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ly0x25AZJS1qdfytto1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Zézim,  ninguém  te  ensinará  os  caminhos.  Ninguém  me  ensinará  os &lt;span&gt;caminhos. Ninguém nunca me ensinou caminho nenhum, nem a você, suspeito. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Avanço  às  cegas.  Não  há  caminhos  a  serem  ensinados, nem  aprendidos.  Na &lt;/span&gt;&lt;span&gt;verdade, não há caminhos. E lembrei duns versos dum poeta peruano (será Vallejo? &lt;/span&gt;&lt;span&gt;não estou certo): “Caminante, no hay caminos. Pero el camino se hace al andar”.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;(Caio Fernando Abreu. Carta a José Márcio Penido)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46453814522</link><guid>http://caiofernandoabreu.tumblr.com/post/46453814522</guid><pubDate>Wed, 27 Mar 2013 19:30:30 -0300</pubDate><category>caio fernando abreu</category><category>cartas</category></item></channel></rss>
