Agora está passando: um band-aid no coração, um sorriso nos lábios – e tudo bem. Ou: que se há de fazer.
(Pela Passagem de Uma Grande Dor. In.: Morangos Mofados)
“Porque você não pode voltar atrás no que vê. Você pode se recusar a ver, o tempo que quiser: até o fim da sua maldita vida, você pode se recusar, sem necessidade de rever seus mitos ou movimentar-se de seu lugarzinho confortável. Mas a partir do momento em que você vê, mesmo involuntariamente, você está perdido: as coisas não voltarão a ser mais as mesmas e você próprio já não será o mesmo”. (Eles)
“E tudo o que eu andava fazendo e sendo eu não queria que ele visse nem soubesse, mas depois de pensar isso me deu um desgosto porque fui percebendo, por dentro da chuva, que talvez eu não quisesse que ele soubesse que eu era eu, e eu era”. (Além do Ponto. In.: Morangos Mofados)
(Pela Passagem de Uma Grande Dor. In.: Morangos Mofados)
Porque era a mim que ele chamava, porque era a mim que ele escolhia, porque era pra mim e só pra mim que ele abriria a sua porta. (Além do Ponto In.: Morangos Mofados)
“A roda da fortuna gira muito depressa: quando estamos em cima, os demônios se soltam e afiam suas garras para nos esperar embaixo” (Garopaba, mon amour. In.: Pedras de Calcutá)







